Capítulo 15 — Os Vinte Drones da Corte
**Um mês antes…**
— Bem-vindos, Drones da Corte — disse a Rainha, sua voz ecoando como um decreto divino.
— Os vinte heróis escolhidos para proteger este reino.
O sal?o inteiro ficou em silêncio.
A atmosfera estava densa, como se o próprio ar estivesse prestes a se estilha?ar.
— Você foi convocado em nossa hora mais sombria. As for?as do Rei Dem?nio, lideradas por seus nove generais divinos, marcham para destruir Magnapis e tudo o que defendemos.
Imagens mágicas surgiram no ar.
Vilas em chamas.
Monstros grotescos devorando tudo.
Figuras gigantescas cercadas por auras sombrias — os nove Generais.
— Cada um deles é uma calamidade viva — continuou a Rainha.
— Somente vocês, os Drones da Corte, podem enfrentá-los.
Souta observava em silêncio.
Ao seu redor, os outros heróis reagiam com choque, fervor e medo.
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Mas ele...
Ele só pensava.
Ele tocou as m?os.
Sentiu vigor.
For?a.
Juventude.
Aos trinta e nove anos, ele deveria estar morto.
Atropelado.
Esquecido.
— Me chamaram no exato momento antes de eu ser atropelado por aquele carro… — pensou ele.
— Esta é uma segunda chance.
Por um momento, ele sorriu.
Um sorriso genuíno.
— Bem... se for esse o caso... n?o me importo de dar uma ajudinha a eles.
**Presente…**
Correntes frias.
Pedras úmidas.
Silêncio.
Souta está na masmorra.
Sozinho.
Acorrentado.
Suspeito.
Abandonado.
— Pelo menos foi o que eu pensei…
— Antes de ser jogado aqui por tentar salvar este mundo.
Ent?o... o que devo destruir primeiro, Creamy?

