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Aquela luz brilhante surge novamente, desta vez diante do garoto adormecido.
— Finalmente te achei, garoto... nossa salva??o. O fim está próximo, e você será o causador disso. Agora, desperte!
O garoto abre os olhos e percebe que está em um lugar vazio e desconhecido. O ar é pesado, e uma sensa??o de inquieta??o envolve-o.
— Que lugar é esse? Onde estou? — ele se pergunta.
A luz se intensifica, e uma voz ressoa pelo local, envolta em uma aura de mistério.
— Aqui é o esquecimento, onde tudo que foi perdido ou esquecido vai parar no fim.
— Por que estou aqui? Fui esquecido?
— Longe disso. Você foi escolhido para acabar com isso e salvar todos que sofreram esse destino.
— Por que eu? N?o sou nada especial. O que eu posso fazer? — Ele pergunta, sentindo a dúvida que consome sua mente.
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— Suas perguntas ser?o respondidas com o tempo. Agora, você terá um novo destino em m?os. Salvar os mundos que ainda n?o foram esquecidos.
A luz atemporal se desfaz e se funde ao garoto. Ele sente uma onda de calor e esperan?a percorrer seu corpo, mas a súbita sensa??o do desconhecido também o assusta.
De repente, uma escurid?o imensa surge, engolindo tudo ao seu redor. O mundo desaparece em uma espiral de sombras.
O garoto desperta sobressaltado e esfrega o rosto com as m?os.
— Foi real? N?o posso acreditar nisso... Tudo pareceu t?o surreal. Como assim 'salvar mundos'? Eu sou apenas um garoto comum — ele pensa, enquanto olha para suas m?os.
Uma mistura de ansiedade e determina??o toma conta dele. Se a luz o havia escolhido, deveria haver um motivo.
De repente, um clar?o surge diante de seus olhos, formando um portal que brilha como uma estrela solitária na noite. Ele hesita, mas se levanta rapidamente e junta suas coisas. A dúvida o impede de agir com decis?o. Ele encara o portal, indeciso. — Que coisa é essa? Aquele sonho... Acho que tenho que entrar nele para descobrir.
Com um pouco de relutancia e expectativa, ele se aproxima devagar. A luz do portal parece chamá-lo, prometendo respostas e um destino desconhecido. Ele respira fundo, fechando os olhos por um instante e faz uma súplica silenciosa para que a coragem o guie.
Olha uma última vez para o mundo que conhece, repleto de memórias e saudades, e ent?o, com um último suspiro, atravessa o portal.
No instante em que pisa no desconhecido, a luz envolve seu corpo como um abra?o caloroso. O portal desaparece junto com ele, deixando apenas um vácuo onde antes havia luz.
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