O Corredor
Leon correu pelos corredores escuros da fortaleza.
As explos?es ainda ecoavam atrás dele. O ch?o estava molhado, refletindo uma fraca luz azul pelas paredes. Quanto mais fundo ele ia, mais pesado o ar parecia.
Ent?o-
Uma parede de água ergueu-se diante dele.
Formou-se instantaneamente, bloqueando o caminho.
De dentro do líquido, emergiu uma figura.
águs.
Seus olhos azuis brilhavam friamente.
águs:
“Você pode ter enganado meus irm?os… mas n?o pode escapar de mim, Leon. Aqui, até a água me obedece.”
Leon limpou o sangue da bochecha e ficou em posi??o de guarda.
Leon:
"Se eu tiver que atravessar um oceano para salvar Lee... ent?o eu te afogarei primeiro."
A Arena se Forma
águs levantou a m?o.
A fortaleza mudou.
A água jorrou das paredes. Correntes inundaram o corredor, cercando-os. Todo o sal?o se transformou em uma enorme camara aquática.
Uma cúpula esférica de água os selou lá dentro.
Bolhas subiam flutuando. Correntes espiralavam lentamente ao redor delas.
O som tornou-se grave e abafado.
águs (sorrindo):
“Bem-vindos… ao meu domínio.”
Primeiro impacto
águs se moveu primeiro.
Jatos de água comprimida dispararam em dire??o a Leon a uma velocidade assustadora.
Le?o ergueu muros de pedra —
Eles se estilha?aram instantaneamente.
A água cortava como a?o. Sangue escorria pelos bra?os e ombros de Leon.
Leon cerrou os punhos.
Raios se acumularam ao redor de suas m?os.
Ele o liberou.
Uma descarga elétrica irrompeu pela água, iluminando toda a cúpula.
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águs estremeceu – mas n?o caiu.
águs (zangado):
"Você acha que pode me derrotar usando meu próprio elemento?! Eu controlo cada gota!"
A corrente mudou.
águs redirecionou a eletricidade e condensou a água em lan?as perfurantes.
Eles atacaram Leon e o atiraram contra a parede.
Ponto de virada de Leon
Leon bateu na pedra e caiu de joelhos.
Escorria sangue de sua boca.
Ele fechou os olhos.
Por um breve instante — silêncio.
Uma lembran?a veio à tona.
Sua ora??o.
Leon (pensando):
“N?o estou sozinho…”
Sua m?o se ergueu lentamente.
O vento come?ou a girar dentro da água.
Formou-se um vórtice, desviando os ataques de águs.
A cúpula inteira come?ou a girar violentamente.
Leon (gritando):
“Minha vez!”
Ele combinou fogo e vento.
Dentro da água.
A temperatura subiu repentinamente.
A água come?ou a ferver.
O vapor tomou conta do campo de batalha. A visibilidade desapareceu. A press?o aumentava em todas as dire??es.
águs cambaleou.
Pela primeira vez, a surpresa estampou-se em seu rosto.
O Golpe Final
Através da névoa—
Olhos dourados apareceram.
Le?o.
A terra se acumulou sob seus pés. Raios envolveram seus punhos.
Ele irrompeu através do vórtice.
Camera lenta—
Ele rompeu a barreira de água e desferiu um soco eletrizante, carregado de energia terrena, direto no peito de águs.
A cúpula inteira se despeda?ou.
A água explodiu para fora como vidro quebrado.
Consequências
Silêncio.
O vapor desapareceu.
Leon caiu de joelhos, respirando com dificuldade.
Do outro lado da mesa, águs caiu no ch?o, inconsciente. Sua armadura azul estava rachada e opaca.
Leon olhou para ele.
Leon (exausto):
“Um já foi... muitos mais ainda est?o por vir.”
Acima deles, a fortaleza se erguia imponente.
Narrador:
“Le?o conquistou as águas… mas os outros filhos de áris já se aproximavam. Cada passo em dire??o a Le?o agora exigiria sangue.”
Cena final
Um corredor distante.
Passos ecoaram.
íris.
Sol.
Roco.
Fogo e relampagos iluminaram as paredes.
íris (com um sorriso cruel):
“Ent?o águs caiu… ótimo. Isso torna a ca?ada mais interessante.”
Continua — Capítulo 46

